DestaquesInfográficos

[Infográfico] Reforma de Temer: ordem e progresso?

“O Brasil não parou e não vai parar”. Foi o que Temer disse em artigo escrito para a Folha de São Paulo, no penúltimo domingo (28/05). Não parar, para os governistas e empresariado, significa continuar com a luta parlamentar para aprovação das Reformas: a trabalhista, que tramita no Senado e, após isso, a Reforma da Previdência, ainda a espera de apreciação no Plenário da Câmara.

A Reforma da Previdência representa uma tomada dos direitos dos cidadãos brasileiros. É óbvio que a Previdência precisa de uma reforma, o que não é consenso é a forma que ela está sendo proposta à população. Separamos sete pontos, que consideramos as 7 maldades da Reforma do Temer.

A era pós-JBS

Mesmo com a crise política que assola o país nos dias, o Secretário da Previdência do Ministério da Fazenda, Marcelo Caetano, informou, de acordo com o Estado de Minas (29/08), que os trabalhos da Reforma da Previdência seguem normais.

É evidente que, após o estouro da delação da JBS, a base governista vem passando mais dificuldades e pressões contrarreformistas. É importante para o governo, entretanto, que a Reforma da Previdência, considerada por Temer a principal das reformas, seja aprovada para demonstrar sua força e governabilidade.

Temer, em seu artigo, disse com orgulho das sete medidas provisórias aprovadas no dia 24, enquanto o protesto por ‘Diretas Já’, em Brasília passava por momentos de violência e truculência.

No artigo, ele também afirma que o governante precisa ouvir o povo, mas manifestações, protestos e consultas públicas parecem despertar pouco efeito no andamento da aprovação das Reformas.

O presidente passa, agora, pelo julgamento no Supremo Tribunal Eleitoral que pode cassar a chapa PT-PMDB das eleições de 2014. Caso condenado, Temer perde o mandado. O que precisa ser feito é, mesmo na situação de esfriamento, pressionar o legislativo para caso Temer caia, cair junto dele essa proposta de Reforma.

Conversamos com Célio Fernando, presidente do Sinfisco, que esteve em Brasília nas últimas semanas, acompanhando as discussões da Reforma da Previdência. Confira.

“As avaliações são de um esfriamento governista, no tocante a fazer andar a PEC. Apesar disso, aos dirigentes das entidades foi reforçada a importância de nos mantermos diligentes.

Muitas versões sobre a votação da reforma têm sido divulgadas pelo governo e sua base. Cremos ser uma forma de testar as reações. Quinta-feira passada (1º), o presidente da comissão especial, deputado Carlos Marun (PMDB-MS), afirmou que pediu ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que paute a matéria no fim de junho, a fim de que seja aprovada antes do recesso parlamentar, previsto para começar em 15 de julho.”

Entenda mais sobre a Reforma do TEMER:

 

Tags
Ver mais

Artigos relacionados

Deixe uma resposta

Close