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[Assista] Entidades lançam marchinha contra a Reforma da Previdência

Em clima de carnaval entidades lançam a marchinha contra a Reforma da Previdência com o tema “Não vá mexer na nossa previdência”. Além da música, o vídeo apresenta uma animação em que aparecem senadores, deputados e o presidente Michel Temer.

Marchinha contra a Reforma da Previdência: “quem votar não volta”

A marchinha é uma ação idealizada pela Pública Central do Servidor, Fonacate (Fórum das Carreiras de Estado), o Asfoc (Sindicato dos Servidores da Fiocruz) e a Febrafisco (Federação dos Sindicatos das Carreiras Tributárias da União, dos Estados e do Distrito Federal).

O conteúdo da marchinha contra a Reforma da Previdência traz algo que tem sido reforçado durante toda a campanha: quem votar na reforma proposta não voltará para o Congresso. E ainda menciona a importância de debater o futuro do país com quem não está envolvido em corrupção e tem ficha limpa.

A marchinha também fala da necessidade de uma nova eleição. Só então, a reforma da previdência poderá ser discutida com transparência e tratamento ético.

Assista ao vídeo e compartilhe:

Leia também: Reforma da Previdência: o que pode ser alterado da proposta inicial

O que propõe a Reforma da Previdência de Temer?

A PEC 287 propõe para o trabalhador (homem e mulher), a contribuição de pelo menos 25 anos com o INSS – Instituto Nacional de Seguro Social, mais a idade mínima para aposentar de 65 anos. A soma desses dois fatores garantirá ao trabalhador ter acesso ao benefício. Ou seja, se você alcançar 25 anos de contribuição, mas não tiver 65, não terá acesso à Previdência. Do mesmo modo, se você faz 65 anos, mas não contribuiu os 25, não poderá se aposentar.

Para quem se aplica a Reforma da Previdência?

Homens com menos de 50 anos e mulheres com menos de 45 anos.

Com a Reforma da Previdência, como será possível obter o valor integral da aposentadoria?

Para receber a aposentadoria integral, atualmente, o aposentado recebe o chamado salário de benefício, que garante a média de 80% dos maiores salários recebidos desde julho de 1994. Isso equivale ao teto de R$5.189,82 reais, e o cálculo para esse valor é realizado por meio do Fator Previdenciário, a chamada regra 85/95, aprovada em novembro de 2015, pelo governo Dilma.

Já o governo Temer, propõe estabelecer cotas para atingir a aposentadoria integral e, assim, acabar com o Fator Previdenciário e com a regra 85/95.

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